Programas oferecidos

A instituição aborda através da educação os diversos aspectos da vida do deficiente visual, dispondo de programas, que visam a reabilitação e a autonomia:

 

Estimulação Precoce

A Estimulação Precoce desenvolve funções e habilidades básicas em crianças com deficiência visual do nascimento até 3 anos de idade. São atividades coordenadas que trabalham desde a estimulação motora até a linguagem, desenvolvendo os aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e sociais da criança.

Braille

O sistema Braille é um dos instrumentos mais relevantes do processo de interação do cego com o mundo.

A equipe pedagógica desenvolve um trabalho que começa na alfabetização de crianças, e segue com o aprimoramento da escrita e leitura em Braille. Para alunos já alfabetizados, o programa de leitura e escrita em Braille, consiste em ensinar a decifrar e utilizar este sistema.

 

Soroban

O Soroban é um aparelho de cálculo manual utilizado na educação de cegos por sua rapidez e eficiência na realização de operações matemáticas. O ensino do método do Soroban auxilia o aluno no acompanhamento das atividades escolares.

 

Orientação e Mobilidade

Locomoção com autonomia e autoconfiança. Este é o objetivo do programa de Orientação e Mobilidade que coloca o domínio destas habilidades como fatores determinantes na integração do deficiente visual à sociedade. O aluno é levado a conhecer e se familiarizar com os ambientes onde convive e aprende como se relacionar com estes espaços. Ele é estimulado a utilizar de outros sentidos para perceber e obter informações, além de aprender técnicas como o uso de bengala longa e do guia-vidente.

 

Estimulação Visual

A Estimulação Visual atende a alunos com baixa visão. O objetivo é fazer com que o aluno use toda a capacidade de seu resíduo visual. O atendimento é individualizado e ocorre através de exercícios específicos e de experiências visuais diversificadas, que avançam gradativamente para que se alcance o melhor desempenho possível do resíduo visual.

 

Artes

A prática de atividades artísticas busca estimular a criatividade, a percepção do mundo e a abertura para o campo das emoções. Nas aulas de Artes o aluno passa por um processo de sensibilização, e amplia assim, suas próprias formas de se expressar ao ter contato com diversas formas de linguagem artística.

 

Trabalho Colaborativo

O Trabalho Colaborativo faz o intercâmbio e a troca de informações entre a equipe do Instituição Especializada Boa Vista e o corpo docente da escola regular que o aluno frequenta. O objetivo é orientar o professor quanto às necessidades especiais do aluno, sugerir metodologias alternativas e fornecer material adaptado para a realização de atividades bem como transcrever o material produzido pelo aluno em Braille, passando em tinta para acompanhamento de professor.

 

Apoio Psicológico

O serviço de Apoio Psicológico ampara o aluno e sua família no processo de aceitação de suas limitações e na resolução de conflitos decorrentes da deficiência visual. Ele também auxilia no processo de integração ao estimular a convivência entre o deficiente visual e o meio social.

 

Musicoterapia

Os atendimentos de Musicoterapia procuram despertar, desenvolver e capacitar os alunos com deficiência visual na área musical e emocional, cooperando através de atividades lúdicas, individuais ou em grupo, a emancipação emocional e o avanço de sua percepção sonora e corporal, possibilitando assim, uma melhora na relação do aluno consigo mesmo e com o meio ambiente.

Práticas Educativas de Vida Independente - PEVI

O programa de Práticas Educativas de Vida independente é o conjunto de atividades que visam o desenvolvimento pessoal e social nos múltiplos afazeres do cotidiano, tendo em vista a independência, autonomia e convivência social do educando com deficiência visual, através de ações desempenhadas pela própria pessoa no lar ou fora dele.

 

Central de Confecção de Material Braille

As atividades desenvolvidas nesse programa consistem na adaptação de textos, revisão e correção, reprodução e encadernação conforme a necessidade de cada aluno. Essa adaptação de um código para outro é feita sem alterar seu sentido original.